Presidente de time de Muriaé quer renovar parceria com Nacional
Problemas de planejamento, má campanha e consequente rebaixamento para o Módulo II do Campeonato Mineiro. O torcedor do Nacional tem motivos de sobra para querer esquecer o início de 2014. No entanto, mesmo com o fracasso no início da temporada, o projeto, que envolve a estrutura do Nacional Atlético Clube (NAC), de Muriaé, e o futebol profissional do xará (NEC), que veio de Patos de Minas, é avaliado como satisfatório pelo presidente da equipe da Zona da Mata. Além de praticamente confirmar a renovação de contrato da parceria, Dornele Francisco traça planos para as próximas temporadas e busca solidificar as categorias de base para dar sequência ao projeto.
De acordo com o mandatário, as conversas para estender o vínculo, firmado em agosto de 2013 com término previsto para dezembro deste ano, estão em andamento e sinalizam para um acordo, confirmando a versão do gerente de marketing do Nacional Esporte Clube, Tiago Galgani, na última semana.
– A parceria foi muito bem sucedida. No campo, as coisas não deram certo por alguns fatores. No entanto, questões como divulgação da marca e movimentação da cidade em torno do projeto foram excelentes. Alguns erros precisam ser corrigidos, mas a campanha no Campeonato Mineiro e toda a preparação nos proporcionaram aprendizado e novas perspectivas – afirmou Dornele.
A reunião para sacramentar a continuidade do acordo deve ocorrer nas próximas semanas, mas a data ainda não está definida. O clube que cede a estrutura para que o Nacional trabalhe o futebol profissional deve propor a prorrogação do compromisso entre as agremiações até dezembro de 2016, quando termina o mandato de Dornele Francisco à frente do NAC. Mais do que o desenvolvimento das atividades profissionais, o prosseguimento do acordo tem como objetivo promover as categorias de base.
– Estamos conversando muito sobre isso. A ideia é montar uma equipe de juniores que dispute competições regionais neste segundo semestre. De 2015 em diante há a intenção de colocar os garotos para a disputa de campeonatos estaduais. No sub-15 e sub-17 tentaríamos fazer a mesma coisa, só que sem a ajuda do Nacional. Faríamos o trabalho de forma independente, mas o resultado apareceria no ano seguinte nos juniores e profissional, com atletas formados no clube subindo – completou.
Fonte: GE / Foto: Arquivo/Guia Muriaé